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terça-feira, 4 de março de 2014
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
A NOVA TEMPORADA DA “GINÁSTICA DE MANUTENÇÃO”
Em setembro passado reiniciou-se uma das atividades desportivas da AJD à qual temos dado o nome de “Ginástica de Manutenção”. Esta nova temporada trouxe novidades, não só no que refere à pessoa responsável por esta atividade, a professora Sandrine Rocha, como também relativamente à modalidade praticada: o Bokwa fitness. Assim, à segunda-feira, pratica-se Bokwa fitness e à quarta-feira, pratica-se ginástica localizada.
O Bokwa é uma modalidade que utiliza sinais de mão, bem como, linguagem gestual, o que permite ensinar grandes grupos. Os participantes “desenham” letras e números dançando e fazendo um treino cardio intenso de energia vibrante. No final destas aulas, todas nós, praticantes, estamos transpiradas e cansadas, mas ao mesmo tempo, e pode parecer contraditório, sentindo uma energia positiva e revigorante!
A ginástica localizada é uma modalidade mais conhecida que permite tonificar músculos, melhorar as capacidades aeróbia, anaeróbia e flexibilidade. Esta aula, embora mais calma, não raras vezes, dá-me a conhecer músculos, e perdoem-me a ignorância, que eu nem sabia que tinha…pois, pois, no dia seguinte dão de si, estão doridos. É fácil de concluir que nesta temporada a “Ginástica de Manutenção” está no seu melhor, inovadora, divertida, eficiente, boa para o corpo e para a mente.
Para quem quiser praticar pode dirigir-se à AJD, de segunda a sexta ao final da tarde, ou à segunda e quarta às 21:00 h no pavilhão desportivo de Deão. Já há poucas vagas disponíveis!
Joaquina Mendes
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Projeto “Caminhos de Igualdade”
“Caminhos de Igualdade” foi o lema que abraçou o seminário final deste projeto. Desde o seu início, traçamos caminhos para obter uma maior igualdade de oportunidades entre homens e mulheres no nosso território.
O seminário final decorreu no dia 14 de dezembro, nas instalações do Centro Social Paroquial de Deão.

Este momento, além de servir para apresentar os
resultados das atividades do projeto, serviu também para parceiros/as,
participantes e técnicos/as se reverem e conversarem sobre as suas experiências
no projeto. Ainda, permitiu perceber a importância deste projeto na vida das
pessoas e que é essencial continuar a contribuir para uma sociedade mais justa,
paritária e solidária. No final, houve um comentário feito pelo representante
da entidade avaliadora externa.
Sara Freire
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
A AJD DIVULGA ESTUDOS EM CONGRESSOS CIENTÍFICOS
No dia 9 de maio de 2013, foi apresentado um estudo realizado no âmbito do projeto “Caminhos de Igualdade”, promovido pela AJD, financiado pelo POPH e gerido pela CIG, na Universidade de Lisboa, ao abrigo da VIIª Conferência Internacional Culturas Ibéricas e Eslavas em Contacto e Comparação.
Nesta intervenção, evidenciou-se o impacto das mudanças geracionais ocorridas ao longo do último século, nas representações sociais de género e nas práticas quotidianas de mulheres, de freguesias rurais de Viana do Castelo. Assim sendo, falou-se dos serões intergeracionais realizados com avós e netas, que consistiram em momentos de conversa e de partilha de histórias de vida entre mulheres, historicamente situadas em diferentes contextos económicos, mas em semelhantes contextos familiares, mobilizando um fundo infinito de contos, lendas, tradições e histórias.
Já no dia 5 de setembro de 2013, também ao abrigo do projeto “Caminhos de Igualdade”, apresentou-se um trabalho designado por “Experiências de conciliação: conversas entre ruralidade e cultura organizacional”, no 2º Congresso Internacional sobre Condições de Trabalho – CICOT 2013, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, que resultou da análise das conversas ocorridas em grupos de discussão focalizada, em freguesias rurais do concelho de Viana do Castelo.
No intuito de identificar as representações e práticas sociais sobre conciliação entre esferas de vida pública e privada, estes grupos com pessoas em idade ativa falaram sobre conciliação entre esferas de vida para, num segundo momento, serem dinamizadas oficinas do poder, que permitissem trabalhar a participação e a representação equitativa entre mulheres e homens na esfera laboral e na esfera familiar, implicando o empoderamento das mulheres na vida social/cívica, bem como o empoderamento dos homens na vida famíliar.
Os grupos de discussão focalizada consistiram em momentos exploratórios da temática, nos quais foi levantado e partilhado um conjunto de questões sobre as dimensões da conciliação que invadem o quotidiano de cada pessoa (atividade profissional/laboral, doméstica, familiar, social/cívica ou/e voluntariado, lazer/pessoal). As conversas ocorridas nos grupos foram transcritas e analisadas, possibilitando o surgimento indutivo de problemáticas de conciliação entre esferas de vida em contexto rural. Estas problemáticas permitiram a construção de histórias-desafio que foram trabalhadas nas oficinas de poder.
Sara Freire
domingo, 15 de dezembro de 2013
A AJD GANHA O 2º PRÉMIO NO CONCURSO “PLANO PARA A IGUALDADE – UM MANIFESTO QUE EXPLORA SINERGIAS”
Venho completar o texto que escrevi no anterior Caroça sobre a ação de sensibilização na qual um grupo de jovens da AJD participou nos dias 22 e 23 de junho de 2013. Assim, informo com toda a satisfação que o trabalho que os/as jovens fizeram, foi recompensado com o 2º prémio. Este concurso foi promovido pela FNAJ, no âmbito do projeto “Plano para a Igualdade na FNAJ”.
Esta iniciativa teve os seguintes objetivos, a saber:
(i) Promover a implementação de Planos para a Igualdade no associativismo juvenil; (ii) Promover a alteração da cultura organizacional do associativismo juvenil no sentido de um contexto promotor da igualdade de oportunidades, igualdade de género e da inclusão social; (iii) Fomentar a afirmação do associativismo juvenil na
capacitação e no desenvolvimento de competências, na dinamização de processos de empoderamento, numa perspetiva de igualdade de oportunidades, igualdade de
género e da inclusão social.
Desenvolvendo um Plano para a Igualdade, candidataram-se 21 associações juvenis.
Com a aquisição do 2º prémio, os/as jovens da AJD sentiram que o trabalho foi recompensado e sentem-se mais motivados para trabalhar estas questões da igualdade a fim de contribuir para um mundo melhor.
Guilherme Silva
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
O QUE ACONTECE NO ESPAÇO LUDOTECA/ESCOLA COMUNITÁRIA DA AJD
Era dia 8 de dezembro. Um dia que seria diferente para as crianças, uma tarde que iria trazer de antemão um cheirinho a Natal. Em fila, as crianças dirigiram-se e instalaram-se nas carrinhas. Lá fomos nós mas para onde afinal? Para o Pólo Norte? Estaria lá o pai natal à nossa espera? Não! O caminho não era longo e em pouco tempo estávamos à frente de um prédio bem conhecido. Afinal, o destino desta tarde era a ACEP. As crianças entraram e foram conhecer a ludoteca da ACEP, um espaço parecido com o da AJD mas diferente em algumas coisas. Estantes com muitos livros, muitos brinquedos, computadores recheavam aquele espaço. As crianças passavam de um canto para o outro. Algumas refugiaram-se logo na parte dos camiões, legos e pistas de carros, outras preferiram reunir-se no cantinho da cozinha, talvez para prepararem alguns petiscos para a época natalícia que se aproximava. As crianças enchiam aquele espaço de alegria e animação. Algumas com mais idade quiseram visitar outro espaço da ACEP a que se dá o nome de mediateca, e onde havia uma exposição de pinheiros feitos com materiais recicláveis. Uns feitos com latas de refrigerantes, outros com rolhas de cortiça. Todos muito originais!
O DIA PELA IGUALDADE
No dia 24 de outubro de 2013, festejamos o dia pela igualdade na ludoteca da AJD. Eu e os meus amigos fizemos muitas atividades.
Primeiro vimos algumas imagens sobre as diferentes formas de igualdade. Por exemplo, vimos uma imagem que mostrava duas pessoas idosas e aprendemos que não é por termos mais idade que não podemos fazer coisas de pessoas mais novas. Vimos também uma imagem de uma menina que estava a brincar com camiões e um menino com bonecas. Não é por ser menina ou menino que não podemos trocar os brinquedos. E também não é por ser de outras raças que não temos os mesmos direitos.
Depois de vermos as imagens, escrevemos em papel cenário o que ouvimos e o que pensamos sobre a igualdade.
No fim de tudo fomos lanchar coisas boas.
Nesta tarde aprendi o que era a igualdade e a respeitar as diferenças das pessoas.
Lara Oliveira
UMA TARDE COM CHEIRINHO A NATAL!
Numa tarde ensolarada e friorenta do mês de dezembro, vislumbrava-se um movimento pouco normal para um domingo à tarde, nos arredores da ludoteca da AJD. Eram quase 15h e devagarinho, mais e mais crianças, aproximavam-se da ludoteca. Umas a correrem, outras em passo mais lento, atentas e curiosas pelo que se iria passar nessa tarde. A ansiedade e a excitação estavam ao rubro por fazerem algo diferente, por estarem todos reunidos naquele local como se fosse um dia de semana.
Entretanto, as crianças continuavam a brincar na ludoteca. O tempo passava e nada nem ninguém os parava e cansava, até que uma senhora muito simpática chamou todas as pessoas presentes para irem para outro espaço. Subimos umas escadas e chegámos ao auditório da ACEP.
As crianças, expetantes pelo que iria acontecer, sentaram-se uma a uma nos bancos do auditório. A tarde não acabava por aqui. Íamos assistir à apresentação de uma peça de teatro intitulada “Um beijinho para o pai natal”. As luzes apagaram-se e o silêncio reinou na sala. A atenção de todos/as estava virada para o palco onde de repente, apareceu o pai natal. A curiosidade das crianças era cada vez maior para descobrir o desenlace da história. Entre risos e gargalhadas, a peça de teatro chegou ao fim ao som dos aplausos dos espetadores. As personagens da peça agradeceram os aplausos e dirigiram-se ao público apertando as mãos das crianças. A festa estava no seu auge. Todos/as cantavam e dançavam alegres pelo momento que estavam a viver.
A tarde chegava ao fim. Ainda tivemos tempo para tirar uma fotografia de grupo, uma recordação para todos/as nós de uma tarde inesquecível a cheirinho de natal. Subimos de novo para as carrinhas de volta para Deão, já com o dia a escurecer mas com as nossas cabecinhas cheias de recordações. Resta-me a agradecer a todas as crianças pela alegria com que preencheram esse dia, a quem nos acompanhou, à Junta da União de Freguesias pela disponibilidade do transporte e à ACEP pela tarde que nos proporcionou. Foi um dia diferente para todos nós mas principalmente para as crianças, um dia para recordar. Afinal o pai natal não estava à nossa espera no Pólo Norte mas sim aqui tão perto de nós.
Sílvia Dias
domingo, 8 de dezembro de 2013
A AJD NA MANIFESTAÇÃO PELOS ENVC
Mafalda Bandarra
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