quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

A NOVA TEMPORADA DA “GINÁSTICA DE MANUTENÇÃO”

Em setembro passado reiniciou-se uma das atividades desportivas da AJD à qual temos dado o nome de “Ginástica de Manutenção”. Esta nova temporada trouxe novidades, não só no que refere à pessoa responsável por esta atividade, a professora Sandrine Rocha, como também relativamente à modalidade praticada: o Bokwa fitness. Assim, à segunda-feira, pratica-se Bokwa fitness e à quarta-feira, pratica-se ginástica localizada.
O Bokwa é uma modalidade que utiliza sinais de mão, bem como, linguagem gestual, o que permite ensinar grandes grupos. Os participantes “desenham” letras e números dançando e fazendo um treino cardio intenso de energia vibrante. No final destas aulas, todas nós, praticantes, estamos transpiradas e cansadas, mas ao mesmo tempo, e pode parecer contraditório, sentindo uma energia positiva e revigorante!
A ginástica localizada é uma modalidade mais conhecida que permite tonificar músculos, melhorar as capacidades aeróbia, anaeróbia e flexibilidade. Esta aula, embora mais calma, não raras vezes, dá-me a conhecer músculos, e perdoem-me a ignorância, que eu nem sabia que tinha…pois, pois, no dia seguinte dão de si, estão doridos. É fácil de concluir que nesta temporada a “Ginástica de Manutenção” está no seu melhor, inovadora, divertida, eficiente, boa para o corpo e para a mente.
Para quem quiser praticar pode dirigir-se à AJD, de segunda a sexta ao final da tarde, ou à segunda e quarta às 21:00 h no pavilhão desportivo de Deão. Já há poucas vagas disponíveis!
Joaquina Mendes

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Projeto “Caminhos de Igualdade”


“Caminhos de Igualdade” foi o lema que abraçou o seminário final deste projeto. Desde o seu início, traçamos caminhos para obter uma maior igualdade de oportunidades entre homens e mulheres no nosso território.

O seminário final decorreu no dia 14 de dezembro, nas instalações do Centro Social Paroquial de Deão.
Este momento, além de servir para apresentar os resultados das atividades do projeto, serviu também para parceiros/as, participantes e técnicos/as se reverem e conversarem sobre as suas experiências no projeto. Ainda, permitiu perceber a importância deste projeto na vida das pessoas e que é essencial continuar a contribuir para uma sociedade mais justa, paritária e solidária. No final, houve um comentário feito pelo representante da entidade avaliadora externa.



Sara Freire

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

A AJD DIVULGA ESTUDOS EM CONGRESSOS CIENTÍFICOS

No dia 9 de maio de 2013, foi apresentado um estudo realizado no âmbito do projeto “Caminhos de Igualdade”, promovido pela AJD, financiado pelo POPH e gerido pela CIG, na Universidade de Lisboa, ao abrigo da VIIª Conferência Internacional Culturas Ibéricas e Eslavas em Contacto e Comparação.
Nesta intervenção, evidenciou-se o impacto das mudanças geracionais ocorridas ao longo do último século, nas representações sociais de género e nas práticas quotidianas de mulheres, de freguesias rurais de Viana do Castelo. Assim sendo, falou-se dos serões intergeracionais realizados com avós e netas, que consistiram em momentos de conversa e de partilha de histórias de vida entre mulheres, historicamente situadas em diferentes contextos económicos, mas em semelhantes contextos familiares, mobilizando um fundo infinito de contos, lendas, tradições e histórias.
Já no dia 5 de setembro de 2013, também ao abrigo do projeto “Caminhos de Igualdade”, apresentou-se um trabalho designado por “Experiências de conciliação: conversas entre ruralidade e cultura organizacional”, no 2º Congresso Internacional sobre Condições de Trabalho – CICOT 2013, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, que resultou da análise das conversas ocorridas em grupos de discussão focalizada, em freguesias rurais do concelho de Viana do Castelo.
No intuito de identificar as representações e práticas sociais sobre conciliação entre esferas de vida pública e privada, estes grupos com pessoas em idade ativa falaram sobre conciliação entre esferas de vida para, num segundo momento, serem dinamizadas oficinas do poder, que permitissem trabalhar a participação e a representação equitativa entre mulheres e homens na esfera laboral e na esfera familiar, implicando o empoderamento das mulheres na vida social/cívica, bem como o empoderamento dos homens na vida famíliar.
Os grupos de discussão focalizada consistiram em momentos exploratórios da temática, nos quais foi levantado e partilhado um conjunto de questões sobre as dimensões da conciliação que invadem o quotidiano de cada pessoa (atividade profissional/laboral, doméstica, familiar, social/cívica ou/e voluntariado, lazer/pessoal). As conversas ocorridas nos grupos foram transcritas e analisadas, possibilitando o surgimento indutivo de problemáticas de conciliação entre esferas de vida em contexto rural. Estas problemáticas permitiram a construção de histórias-desafio que foram trabalhadas nas oficinas de poder.
Sara Freire

domingo, 15 de dezembro de 2013

A AJD GANHA O 2º PRÉMIO NO CONCURSO “PLANO PARA A IGUALDADE – UM MANIFESTO QUE EXPLORA SINERGIAS”


Venho completar o texto que escrevi no anterior Caroça sobre a ação de sensibilização na qual um grupo de jovens da AJD participou nos dias 22 e 23 de junho de 2013.  Assim, informo com toda a satisfação que o trabalho que os/as jovens fizeram, foi recompensado com o 2º prémio. Este concurso foi promovido pela FNAJ, no âmbito do projeto “Plano para a Igualdade na FNAJ”. 

Esta iniciativa teve os seguintes objetivos, a saber: 
(i) Promover a implementação de Planos para a Igualdade no associativismo juvenil; (ii) Promover a alteração da cultura organizacional do associativismo juvenil no sentido de um contexto promotor da igualdade de oportunidades, igualdade de género e da inclusão social; (iii) Fomentar a afirmação do associativismo juvenil na 
capacitação e no desenvolvimento de competências, na dinamização de processos de empoderamento, numa perspetiva de igualdade de oportunidades, igualdade de 
género e da inclusão social. 
Desenvolvendo um Plano para a Igualdade, candidataram-se 21 associações juvenis. 
Com a aquisição do 2º prémio, os/as jovens da AJD sentiram que o trabalho foi recompensado e sentem-se mais motivados para trabalhar estas questões da igualdade a fim de contribuir para um mundo melhor. 
Guilherme Silva